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Dia Nacional da Matemática

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Dia da Matemática é uma data há tempos comemorada informalmente pela Sociedade Brasileira de Educação Matemática (SBEM). Essa comemoração é feita a cada 06 de maio como uma homenagem ao matemático, escritor e educador brasileiro Júlio César de Mello e Souza, mais conhecido como Malba Tahan.

A data foi sugerida pela então deputada Raquel Teixeira que  apresentou um projeto de lei, em 05 de maio de 2004, para instituir o Dia Nacional da Matemática. O objetivo era que o Ministério da Educação e da Cultura incentivasse atividades culturais e educativas nessa data. A proposta de Raquel determinava um momento para refletir a educação matemática, incentivando os professores e estudantes a cultivar a cultura e o saber. Apenas em 26 de junho de 2013 a Presidenta da República, Dilma Rousseff, sancionou a lei n° 12.835, que instituiu, oficialmente, o Dia Nacional da Matemática, que deve ser comemorado anualmente em todo o território nacional em 06 de maio.

Mas o que levou à escolha dessa data? Essa pergunta é facilmente respondida ao conhecermos a história de Malba Tahan. Nascido em 06 de maio de 1895, no Rio de Janeiro, Júlio César de Mello e Souza (Malba Tahan) começou a lecionar aos 18 anos. Formou-se, posteriormente, em Engenharia Civil, mas nunca exerceu essa profissão. Muito apaixonado pela matemática e pela escrita, Júlio, que gostava de contar histórias, começou a envolver a matemática em seus enredos. Em 1918, levou cinco de seus contos a um jornal carioca, no qual chegou a trabalhar. Como não houve qualquer interesse em suas produções, assinou os contos como R. S. Slade, um pseudônimo para um fictício autor americano. Apenas após essa nova autoria, ele pôde ver um de seus contos publicado no jornal.

Como Júlio era admirador da cultura árabe, passou a incluí-la em suas produções e chegou até mesmo a assinar suas obras como Ali Iezid Izz-Edim Ibn Salim Hank Malba Tahan, um árabe. Para dar credibilidade ao seu pseudônimo, ele escreveu uma falsa biografia em que atestava que Malba Tahan era um admirável escritor e tinha uma grande história de vida. Após ter diversos contos publicados com esse pseudônimo, ele conseguiu lançar, em 1925, seu primeiro livro matemático: Contos de Malba Tahan.

A fama alcançada por suas revolucionárias produções permitiu que Júlio César se tornasse conhecido como o verdadeiro autor do livro no ano de 1933. Todavia, como o pseudônimo tornou-se maior, ele nunca deixou de assinar o nome árabe e recebeu até mesmo uma autorização de Getúlio Vargas para que constasse ao lado de seu nome, em sua carteira de identidade, o pseudônimo “Malba Tahan”.

Ao longo de seus 79 anos, Malba Tahan publicou 120 livros, sendo 51 voltados à Matemática. Nessas obras, conseguiu repassar o conteúdo matemático em uma esfera envolvente que apresentava enigmas e fantasias, o que se tornava uma aventura divertida e empolgante. Por essa diferenciada forma de escrever, até a data de seu falecimento, ele já havia vendido mais de um milhão de livros. Seu livro mais famoso, “O homem que calculava”, tornou-se um best-seller que até hoje atrai as novas gerações.

Tiradentes - 228 anos de história

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"Se todos quisermos, poderemos fazer deste país uma grande nação. Vamos fazê-la."

 

Tiradentes, apelido pelo qual era conhecido Joaquim José da Silva Xavier (1746-1792), foi um dos participantes da Inconfidência Mineira.

Durante sua vida teve várias profissões. Se dedicou às práticas farmacêuticas e arrancava dentes (o que originou o seu apelido) e foi tropeiro, comerciante, minerador, militar.

 

Um pouco da biografia de Tiradentes

A história de Tiradentes começa na Fazenda de Pombal, onde ele nasceu. Esta se encontrava situada entre a Vila de São José e a cidade de São João Del Rei, em Minas Gerais.

Joaquim José da Silva Xavier, seu nome de nascença, era filho de Domingos da Silva Santos, português, e de Maria Antônia da Encarnação Xavier, brasileira.

Ficou órfão muito cedo. Por isso, foi criado em Vila Rica, atual Ouro Preto (MG), por seu padrinho.

Tiradentes aderiu ao movimento dos inconfidentes quando era alferes (militar). Por ser considerado um excelente comunicador e orador foi responsável por conquistar adeptos para a causa revolucionária.

Na busca por mais adesões, Tiradentes viajou para o Rio de Janeiro. Perseguido pelos soldados, se escondeu na casa de um amigo, mas foi encontrado e preso, tal como outros conspiradores.

Tiradentes, como um grande herói, protegeu seus companheiros ao assumir toda a responsabilidade do movimento revolucionário. Embora, alguns tenham sido castigados com o degredo, apenas Tiradentes foi condenado à morte. Isto se explica, porque dentre os conspiradores era o que tinha a patente militar mais baixa.

 

A morte de Tiradentes

Tiradentes foi condenado à forca e executado no dia 21 de abril de 1792. Além disso, foi esquartejado na Praça da Lampadosa no Rio de Janeiro e as partes do seu corpo expostas na estrada que conectava o Rio de Janeiro a Minas Gerais.

Seus bens foram confiscados, sua casa queimada e a terra salgada, castigo comum que a Coroa portuguesa destinava aos traidores.

 

21 de abril: Dia de Tiradentes

A partir da proclamação da República, em 1889, a figura de Tiradentes foi transformada em herói nacional. Deste modo, foi instituído o dia 21 de Abril, dia de sua execução, como Dia de Tiradentes e feriado nacional.

 

Tiradentes e a Inconfidência Mineira

A Inconfidência Mineira pretendia transformar o Brasil numa República independente de Portugal. Este movimento foi influenciado pelas ideias iluministas que circulavam e a independência dos Estados Unidos acontecida em 1774. Eram um grupo constituído por representantes da elite mineira. Havia proprietários de terras, militares, mineradores, advogados, intelectuais e padres.

Estava composto de cerca de 30 membros dos quais se destacam o poeta luso-brasileiro Tomás Antônio Gonzaga (1744-1810) e o poeta mineiro Cláudio Manuel da Costa (1728-1789).

O grupo lutava, sobretudo, pela autonomia das capitanias, a independência da região e a implementação de um sistema de governo republicano.

Também conhecido por Conjuração Mineira, a revolta de caráter separatista, era contra o domínio português e os pesados impostos que a Coroa impunha à já decadente exploração de ouro na colônia.

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